Os camarões têm o coração alojado na cabeça.
Este blog é para publicar, assuntos do momento, entretenimentos, novidades q acontecem, curiosidades super interessantes! Beijos a tds espero q gostem!!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Olho turco

Mais conhecido como Olho grego, o olho turco é um amuleto azul muito comum na Turquia. As mães colocam o amuleto na roupa dos filhos. Se é encontrado rachado, significa que funcionou e protegeu a criança. Até no Brasil é possível encontrá-lo em brincos, pulseiras, colares, chaveiros ou pendurados em finas correntes para proteger o lar. É usado contra mau - olhado e OLHO GORDO.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Ja ouviu falar em Aurora Boreal?
As auroras boreal e astral são fenomenos visuais que ocorrem nas regioes polares de nosso planeta. Podem ser visualizadas, no período noturno ou final de tarde, a olho nu nas regiões onde ocorrem. São verdadeiros shows de luzes coloridas e brilhantes, que ocorrem em função do contato dos eventos solares com o campo magnético do planeta Terra.
A aurora boreal pode aparecer em varios formatos: pontos luminosos, faixas no sentido horizontal ou circulares. Porém, aparecem sempre alinhados ao campo magnético terreste. As cores podem variar muito como, por exemplo, vermelha , laranja , verde e amarela.
Os nomes do Brasil
O Brasil ja teve 8 nomes antes do atual. Pindorama ( nome dado pelos indigenas). ; Ilha de Vera Cruz, em 1500; Terra Nova em 1501; Terra dos papagaios, em 1501; Terra de Vera Cruz, em 1503; Terra de Santa Cruz, em 1503; Terra Santa Cruz do Brasil, em 1505; desde 1527.
O Brasil recebeu este nome porque nos primeiros anosde sua colonização era extraída das matas na costa brasileira a madeira chamada pau-brasil. Ela era usada para tingir tecidos e a cor que produzia era a cor da brasa.
sábado, 10 de novembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
A ilha dos gatos
Há alguns anos atrás, dez gatos foram soltos na ilha Marions
para liquidar os ratos que a dominavam. Os bichanos se proliferaram
rapidamente, chegando ao número de cinco mil. Após exterminarem os ratos,
passaram a atacar os pássaros. Foi preciso contaminá-los com uma praga para que
desaparecessem da ilha.
Quem incomoda são as "mosquitas"
Só as fêmeas dos mosquitos é que picam os mamíferos. Os
machos são vegetarianos e sequer possuem o ferrão. As fêmeas necessitam de
sangue para desenvolver seus ovos, os quais depois serão depositados em águas
paradas, desde que estas águas sejam límpidas. Daí, a sua predileção por caixas
d´água maltampadas. Outra diferença entre os mosquitos de cada sexo é que os
machos possuem antenas recobertas de pêlos enquanto as fêmeas quase não os
possuem. As antenas mais sensíveis dos machos os ajudam a encontrar pares para
reprodução.
Em profundidades abaixo dos 200 metros, seres marinhos não precisam de visão
A claridade do Sol penetra na água do mar até cerca de 200
metros, aproximadamente. Esta é a razão pela qual a maior parte dos seres que
vivem em tais profundezas são destituídos de visão. Alguns poucos, entretanto,
dispõem de processos orgânicos capazes de produzir sua própria luz.
Pescoços da girafa e do homem têm o mesmo número de vértebras
O pescoço da girafa e o do ser humano têm o mesmo número de
vértebras: sete. Mas o pescoço da girafa é mais longo porque as suas vértebras
são mais compridas. Apesar do aspecto manso e desajeitado, a girafa é temida
até mesmo pelos leões. O coice e a cabeçada poderosos mantém os inimigos a uma
distância prudente.
Prova da origem da vida está no sangue
A prova de que a vida começou nos oceanos e evoluiu até
organismos complexos como o do homem está no teor de sal do sangue: é de 7 por
mil, o mesmo da água do mar. A proporção se mantém na lágrima que evita o
ressecamento dos olhos.
O nome do canguru é um mal-entendido
O nome canguru, dado ao marsupiais da Austrália, resultou de
mal-entendido. O explorador inglês James Cook, quando desembarcou na Austrália,
em 1770, admirou-se ao ver tão estranhos animais e perguntou o nome a um
nativo. A resposta foi: "Kangoroo". No dialeto local significa:
"O que foi que disse?".
Avestruz esconde a cabeça por medo
O animal mais medroso da natureza é o avestruz, que se
assusta até com uma simples borboleta. Muito veloz, chega a correr 65
quilômetros por hora. E quando não vê saída, simplesmente esconde a cabeça em
um buraco na terra.
Répteis voadores povoaram a Terra
Com os dinossauros, há 200 milhões de anos, povoavam a Terra
os pterossauros, répteis voadores cujos fósseis só foram descobertos no século
18. Sabe-se pouco a seu respeito, afora que seu tamanho podia atingir até seis
metros de comprimento.
Muitas de nossas flores vieram de outros continentes
A maior parte da flores que enfeitam os nossos jardins foram
trazidas para a América. Os crisântemos são originários do Japão. O jasmim veio
do Cáucaso, da China e da Índia. O cravo é originário das regiões banhadas pelo
Mediterrâneo. E a açucena é planta nativa do Oriente Médio.
A utilidade dos tubarões
Os tubarões são valiosa fonte de matéria-prima. A pele tem
utilidade significativa para a indústria de calçados, podendo ser também
empregada em tapeçaria. Por sua aspereza, pode ser usada, igualmente, para o
polimento de metais.
De onde vêm os canários?
Os canários têm este nome porque são nativos das Ilhas
Canárias. Ao contrário do que se crê, o amarelo não é a sua cor exclusiva. Os
que vivem em liberdade são esverdeados. Alimentados com certas variedades de
pimenta, as penas tingem-se de vermelho.
Árvores milenares
Existem árvores milenares em praticamente todas as florestas
do mundo. Nos Estados Unidos, comprovou-se que as sequóias alcançam 4 mil anos
de idade. No Brasil, os biólogos calculam que os jequitibás da Amazônia estão
lá há pelo menos 1.400 anos.
Previsões do fim do mundo
Apesar dos apocalípticos afirmarem que o fim do mundo está
próximo (já há centenas, senão milhares, de anos), os cientistas prevêem que a
vida subsistirá na Terra por mais um bilhão de anos. O Sol se aquecerá tanto
que derreterá tudo que nela existe. Mas continuará brilhando no céu por mais
quatro bilhões de anos, até se transformar em uma estrela-anã.
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